quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Renascença - Oliver Bowden

   "Traído pelas famílias que governam as cidades-estado italianas, um jovem embarca em uma jornada épica em busca de vingança. Para erradicar a corrupção e restaurar a honra de sua família, ele irá aprender a Arte dos Assassinos. Ao longo do caminho, Ezio terá de contar com a sabedoria de grandes mentores, como Leonardo da Vinci e Nicolau Maquiavel, sabendo que sua sobrevivência depende inteiramente de sua perícia e habilidade. Para os seus aliados, ele será uma força para trazer a mudança lutando pela liberdade e pela justiça. Para os seus inimigos, ele será uma ameaça que procura destruir os tiranos que oprimem o povo da Itália. Assim começa uma épica história de poder, vingança e conspiração."

   Boas Leitores!
   Houve uma pequena pausa aqui no blogue, mas não se preocupem porque estão planeadas muitas críticas para breve! Por enquanto situe-mo-nos nesta que é Renascença da famosa saga baseada nos jogos Assassin's Creed e que já conta com nove volumes, sendo este o primeiro deles todos. E sim, sei que o julgamento é grande... Começar mais uma colecção... Mas bem, tenho acabado algumas (acho).
   Passemos então a esta obra. Os meus sentimentos são mistos relativamente a esta obra. Por um lado, é realmente a adaptação do jogo, visto que está TAL E QUAL, sem tirar nem por, joguei-o uma vez e acho que até as falas são iguais, só faltava no livro estar "Agora carregue no botão X ou O". Isto não significa que seja mau, afinal é uma adaptação, se por vezes queremos que os filmes sejam tal e qual o livro, porque não querer que o livro seja tal e qual o jogo?
   O problema começa com a opinião das pessoas sobre o jogo. Eu achei o jogo um pouco repetitivo, sempre com missões muito semelhantes para fazer, aborrecendo-me. Como tal, seria melhor para mim se o livro não fosse uma adaptação tão fiel ao jogo e tomasse alguma liberdade. No entanto, ao ler o livro, achei a história mais interessante do que quando jogava, chamou-me mais a atenção. Mesmo assim, continuou a ser repetitiva.
   Nesta obra só temos realmente o protagonista como foco, mas não vemos bem o seu desenvolvimento porque entre os vários capítulos passam-se anos por vezes. Conseguimos entender com algumas pistas que ele amadurece com o tempo, como seria de esperar, e que o jovem que inicia a "aventura" não é o mesmo homem duro que a acaba. Mas para além disso não há muito mais, tal como não haveria num jogo.
   Não me querendo prolongar muito, acho que esta obra será muito polarizada, caso quem o leia tenha jogado o jogo correspondente, podem achar o jogo bom e o livro igualmente bom, ou achar o jogo mau e, como tal, o livro mau. Quanto às pessoas que nunca jogaram o jogo? Talvez terão uma experiência interessante, principalmente no seu final, que me puxou um pouco. E claro que estou interessado no segundo livro, porque o segundo jogo é muuuuito melhor do que o primeiro (e agora sem saber, o segundo livro já não é a adaptação fiel que o primeiro foi ahah).
   Boas Leituras... ;)
6/10

André

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