quarta-feira, 15 de novembro de 2017

E Se...? - Randall Munroe

   "Milhões de pessoas visitam XKCD.com todas as semanas para ler a vinheta de Randall Munroe. As suas figuras simples e desenhos minimalistas sobre ciência, tecnologia, amor e o sentido da vida têm uma vasta legião de seguidores.
   Fãs de XKCD colocam a Munroe imensas questões bizarras. E se tentasses bater uma bola de basebol lançada a 90% da velocidade da luz? Se houvesse um apocalipse robótico, quanto tempo duraria a Humanidade na Terra?
   Na busca de respostas, Munroe opera simulações de computador, analisa dossiês de pesquisa militar confidencial, resolve equações diferenciais e consulta operadores de reatores nucleares. As suas respostas são obras de arte de perspicácia e humor e normalmente preveem a absoluta aniquilação da Humanidade ou uma explosão inimaginável que arrase tudo!
   E se...? é uma leitura obrigatória para todos aqueles que adoram os grandes enigmas da vida, da ciência e, claro, perguntas tão absurdas quão divertidas."

   Boas Leitores!
   Fazemos esta semana uma pausa nos leitores portugueses para lermos uma obra ligeiramente diferente. Esta obra é mais um compêndio de questões absurdas com respostas científicas, não um romance de literatura fantástica. Como tal é um livro isolado que qualquer um poderia pegar, principalmente se é um daqueles leitores com o bichinho da ciência.
   Uma obra com uma grande vertente cómica, mesmo quando trata de ciência, um assunto que muitos acham aborrecido. Claro que as ilustrações são um ponto fulcral para que essa onda cómica atinja os leitores. Eu pelo menos vi-me por diversas vezes a rir ao ver ou ler um dos comics que o autor fazia.
   As perguntas por vezes interessantes, outras assustadoras (e ainda outras que me fazia questionar quem é que consegue imaginar aquele tipo de perguntas) são variadas e algumas até bem surpreendentes. As respostas, por outro lado, apesar de serem explicadas de forma acertada, onde qualquer pessoa que leia consiga entender, acabam por ser um pouco repetitivas na sua conclusão: tudo explode/morre. A culpa não é do autor, a ciência é assim e se os factos ditam aquilo, então não haveria volta a dar. Mas aposto que haveria uma variedade enorme de perguntas que não acabariam no mesmo corredor de pensamento.
   E acho que o autor sente o mesmo ao final do livro, quando chega à conclusão que é bom não destruir tudo constantemente. Acho que este é o único pormenor por onde a obra peca. Se tivesse perguntas mais variadas (a maior parte estava apenas no campo da física (onde o autor tem maior background), com uma ou outra a versar sobre química ou biologia) seria interessante de formas ainda mais absurdas.
   É definitivamente uma obra para quem tem a curiosidade de querer saber o que aconteceria caso as condições mais insólitas se reunissem. Aconselho.
   Boas Leituras... ;)
8/10

André

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Memórias de um Vampiro - Rafael Loureiro

   "Memórias de um Vampiro é o primeiro volume de uma trilogia onde romance e aventura se combinam para nos abrirem as portas a um universo repleto de emoções intensas, valores supremos e conflitos arrebatados. Movendo-se nas sombras, existe uma realidade para além daquela que conhecemos, uma sociedade paralela que descende de linhagens que se perdem nos primórdios dos tempos. Daimon DelMoona é um dos membros dessa sociedade. Nascido no século XVII, viu o seu mundo desmoronar-se quando a mulher que ia desposar morre. Do seu sofrimento é resgatado por uma vampira, que lhe concede o Novo Nascimento. E assim começa para Daimon uma odisseia que atravessa os séculos para culminar numa batalha contra o tirano Alexander, um vampiro sedento de poder, responsável pela morte de muitos vampiros inocentes. Para travá-la, novas alianças terão de ser forjadas, e um amor com ressonâncias do passado terá de ultrapassar duros obstáculos. Mas conseguirá Daimon vencer esta cruzada e concretizar o seu amor sem fim?"

   Boas Leitores!
   Aqui estamos uma vez mais com autores portugueses na mesa de cabeceira. E por mais uma semana é para estrear outro autor português aqui no blogue. Desta vez é Rafael Loureiro. Esta obra é a primeira de uma trilogia com o nome Nocturnus onde todos os volumes da trilogia já foram publicados pela mesma editora, Editorial Presença.
   É uma obra do género fantástico (claro, visto que envolve vampiros). Os vampiros nesta história são dos antigos (significado: não brilham à luz, caso sejam expostos a luz solar morrem) e esta não é outra daquelas obras que giram à volta de problemas de adolescentes. Mas os leitores pensam: "Vampiros, outra vez? Mas essa moda ainda não acabou?". Ao que respondo: sim, porque, por vezes, uma história com vampiros não significa o mesmo de sempre e pode ser criada de uma maneira completamente original.
   Começa por ser uma obra interessante quanto ao seu setting de sociedade vampírica. A ideia de criar linhagens diferentes (quase como se tivessem evoluído de um ancestral comum) foi boa e deu logo um ar diferente ao enredo do que o típico "único criador" dos vampiros. O facto de cada uma das linhagens ter características só suas devido ao ancestral foi um pormenor interessante e que poderá ser bem mais investigado nos próximos volumes.
   No entanto achei o livro pobre em escrita. Não pelo autor escrever mal, mas por parecer a primeira obra do autor. Não que todas as primeiras obras sejam más, e mesmo que algumas tenham uma má escrita não quer dizer que devam logo ser rejeitadas. A escrita nesta obra poderia ter sido tão mais aprofundada, com melhores descrições.
   E o mesmo se aplica ao enredo. Este é um livro pequeno, com cerca de 200 páginas. Muito facilmente poderiam ter sido escritas mais cem que adicionariam uma profundidade enorme à obra tornando-a, a meu ver, muito mais apelativa e sem que houvesse partes onde tudo acontece em meia página, num jeito meio à pressa.
   Espero que o próximo volume da trilogia traga mais alguma profundidade a este mundo e até a algumas personagens que só foram desenvolvidas muito superficialmente.
   Boas Leituras... ;)
6/10

André

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Batalha - David Soares

   "Em Batalha, David Soares apresenta uma história em que os animais são protagonistas. Passado no início do século XV, Batalha é um romance sombrio, filosófico e comovente, que observa o fenómeno religioso do ponto de vista dos animais e especula sobre o que significa ser-se humano.
   Batalha, a ratazana, procura por sentido, numa viagem arrojada que a levará até ao local de construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, o derradeiro projecto do mestre arquitecto Afonso Domingues. Entre o romance fantástico e a alegoria hermética, Batalha cruza, com sensibilidade e sofisticação, o encantamento das fábulas com o estilo negro do autor."

   Boas Leitores!
   Voltamos a pegar em leitores portugueses (dar um incentivo a este pequeno nicho, que temos de ajudar, principalmente quando se trata de fantasia/ficção científica em Portugal) desta vez um autor que nunca antes li, David Soares.
   Não tinha expectativa nenhuma para este
livro, nunca li nada do autor nem nunca tinha ouvido falar dele. Mas em geral foi uma leitura agradável. Não sei se consideraria isto no campo da fantasia ou da ficção científica, sendo que o único elemento fantástico são animais falantes. O centro da história é muito filosófica e faz o leitor pensar constantemente sobre estas questões.
   A escrita é em certos pontos entusiasmante, com violência e horror que atingem o leitor da maneira certa, de forma directa mas sem chocar em demasia. Por outro há um uso excessivo de palavras digamos "arcaicas". Algumas é certo que só são estranhas pela falta de uso no dia-a-dia e não me incomodaram muito. Outras vezes o uso deste tipo de palavras é tão intenso que tirava-me do "estado de leitura" e portanto interrompia o fio à meada.
   Tirando isso a história não algo por aí além até porque não é isso o cerne da obra. A obra centra-se em conversas sobre o significado de religião e vida, dor e morte entre muitos outros. São estas conversas que fazem o interesse aumentar e criam faíscas na mente dos leitores para fazê-los pensar mais do que aquilo que está escrito em papel.
   Pelo que ouvi falar, esta não é uma obra "típica" do autor, pelo que estou curioso para ler mais dele. Mas tenho de admitir que esta obra não é para todo o público, é algo pesada e apenas aqueles que sabem para onde se dirigem é que decidirão lê-lo, precisam de estar no estado de mente correcto, por isso boa sorte!
   Boas Leituras... ;)
7/10

André

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Soul Eater vol.20 - Atsushi Ohkubo

   "Kid has been freed from Noah's greedy clutches, but The Book of Eibon remains at large. Noah was a troublesome foe, but the vast knowledge contained within the book could itself be dangerous - and information is not all that lies in its pages... Meanwhile, Crona has resurfaced in Moscow, his madness and Medusa's maternal pressure having all but consumed the friend Maka once knew. The question is how many will be devoured by Crona's madness before he can be stopped?!"

   Boas Leitores!
   E atingimos o vigésimo volume! Falta-nos uma mão cheia de volumes para acabar esta saga, cada vez mais próximo! Este volume foi também um dos maiorzitos, com 6 capítulos, montes de diversão! Ou será que não?
   No volume anterior, como falei na crítica, foi o terminar de um dos maiores arcos que a saga teve até agora. Este volume foi apenas capítulos soltos que serviram dois propósitos: o primeiro era dar a perceber quais foram as repercussões do que aconteceu no arco. O que é que as personagens estavam a fazer agora. O segundo foi começar a construir tensão suficiente para o próximo arco. Embora tenham sido capítulos soltos, houve várias ligações entre eles sobre temas ainda não totalmente compreendidos.
   Fui surpreendido neste volume com uma simples ação, que não falarei aqui para não spoilar ninguém, mas digamos que, esse mesmo ato foi uma prova de desenvolvimento psicológico de uma das personagens. Infelizmente foi também o único desenvolvimento psicológico dentre todas as personagens que apareceram. Mas voltando à parte de ser-se surpreendido, ao mesmo tempo que fui surpreendido fui também um pouco desiludido pelo facto da ação ter sido tão fácil e rápida, depois de tantos volumes de volta do assunto e depois, aparentemente do nada, aquilo acaba, foi um pouco estranho.
   Tenho pena que o autor não decida dar mais detalhe às histórias de background de personagens que aparecem quase do nada e que têm a sua vida onde é suposto o leitor ficar interessado nela. Talvez um público mais jovem fique, de certeza, mas para um público mais velho não há qualquer ligação emocional.
   A curiosidade sobre o que vem a seguir é grande, espero é que os volumes seguintes consigam manter-se à altura ou então subir mesmo de qualidade. Caso queiram saber mais sobre o volume anterior, basta clicarem no link seguinte: Crítica - Soul Eater vol.19
   Boas Leituras... ;)
6.5/10

André

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

A Filha do Capitão - José Rodrigues dos Santos

   "O capitão Afonso Brandão mudou a vida, quase sem o saber, numa fria noite de boleto, ao prender o olhar numa bela francesa de olhos verdes e voz de mel. O oficial comandava uma companhia da Brigada do Minho e estava havia apenas dois meses nas trincheiras de Flandres quando, durante o período de descanso, decidiu pernoitar num castelo perto de Armentières. Conheceu aí uma deslumbrante baronesa e entre eles nasceu uma atracção irresistível.
   Mas o seu amor iria enfrentar um duro teste. O Alto Comando Alemão, reunido em segredo em Mons, decidiu que chegara a hora de lançar a grande ofensiva para derrotar os aliados e ganhar a guerra e escolheu o vale de Lys como palco do ataque final. À sua espera, ignorando o terrível cataclismo prestes a desabar sobre si, encontrava-se o Corpo Expedicionário Português.
   Passado durante a odisseia trágica da participação portuguesa na primeira guerra mundial, o romance A Filha do Capitão narra-nos a inesquecível aventura de um punhado de soldados nas trincheiras da Flandres e conta-nos a paixão impossível entre um oficial português e uma bela francesa. Mais do que uma simples história de amor, esta é uma comovente narrativa sobre a amizade, mas também sobre a vida e a morte, sobre Deus e a contradição humana, sobre arte e a ciência, sobre o acaso e o destino.
   Com esta obra inesquecível, o grande romance está de volta às letras portuguesas."

   Boas Leitores!
   Há imenso tempo que não tínhamos uma leitura de um autor português (e agora vem uma catrefada deles, intercalados com autores estrangeiros e tal), e começamos esta tendência de leitura de autores portugueses com um dos mais famosos no nosso país, José Rodrigues dos Santos.
   Este é o oitavo livro do autor que leio. Alguns dos livros dele assemelham-se a Dan Brown, no sentido de ter uma personagem comum a alguns livros que são mais ou menos mistérios, mas onde cada obra pode ser lida isoladamente. Contudo, José Rodrigues dos Santos tem também vários livros isolados de variados temas. Dependendo do humor do leitor, estes podem ser bem recebidos caso se queira ler algo mais pesado ou menos "policial/mistério".
   O enredo do livro é extenso, começando na infância de dois jovens e indo até a vida adulta de ambos. Grande parte desta obra é passada, como diz a sinopse, na primeira guerra mundial. Mas que isso não vos demova. A sinopse diz também que neste livro não se fala só de amor ou de guerra e é bem verdade. Várias conversas entre personagens versam sobre imensos assuntos, e se querem uma leitura que vos faça pensar em questões essenciais à vida, mas que não seja o tema central do livro, então esta pode ser uma boa escolha.
   O desenvolvimento das personagens é boa para os protagonistas e algumas das personagens secundárias. Há imensas que são deixadas de lado, o que é normal, não se pode desenvolver todas as pessoas que entram na história. Mesmo assim há um par ou trio de personagens que achei uma falta de desenvolvimento, ainda para mais quando na história se passa assim tanto tempo desde o início ao fim.
   Não sei quanta pesquisa o autor fez para introduzir nesta história os conceitos e factos que introduz. Mas o certo é que o autor consegue não só dar um contexto da participação portuguesa na guerra como também mostrar o que se passava ao mesmo tempo em Portugal que estava em constante mudança e que, consequentemente, alterava também os planos na guerra. Foi um facto que gostei (mas aqui talvez entre a minha falta de livros sobre a primeira guerra mundial e o papel de Portugal nela).
   É uma obra interessante e que, como disse antes, pode apelar a um certo público que queira algo mais sério com um toque de romantismo (não muito forte e às vezes imprevisível).
   Boas Leituras... ;)
7/10

André

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Irmandade - Oliver Bowden

   "Roma, outrora poderosa, jaz em ruínas. A cidade está impregnada de sofrimento e degradação, os seus cidadãos vivem sob a sombra da impiedosa família dos Bórgia. Apenas um homem poderá libertar o povo da tirania Bórgia: Ezio Auditore, o Mestre Assassino.
   A demanda de Ezio irá testá-lo até aos seus limites. César Bórgia, um homem mais malévolo e perigoso que o seu pai, o Papa, não descansará enquanto não tiver conquistado Itália. Nestes tempos tão traiçoeiros, a conspiração está por todo o lado, até no meio da própria Irmandade..."

   Boas Leitores!
   Primeiro tivemos a Renascença, agora chegou Irmandade. É verdade, o segundo livro da saga Assassin's Creed já chegou ao blogue, permitindo-nos viajar para o mundo que é a Itália da época dos descobrimentos. Esta obra é uma adaptação do jogo com o mesmo nome.
   Curiosamente, eu não joguei esse jogo da saga (apenas a trilogia principal foi jogada), pelo que quando comecei a minha leitura pensava que iria seguir o mesmo plano que nos jogos. Fui surpreendido por não ser como esperava. Ler um livro cujo jogo nunca joguei deu-me assim a possibilidade de ler uma obra que é uma adaptação dum jogo sem estar spoilado pelo jogo como aconteceu com o primeiro volume.
   A história não é má, o enredo tem umas boas premissas que giram um pouco à volta dum género policial. No entanto a sensação de jogo continua lá. Enquanto lia conseguia discernir onde separar para criar "missões" do jogo e onde entrariam as partes cinemáticas. Claro que isto tirou-me um pouco do ambiente do livro e jogou contra a obra.
   Na minha opinião o autor deveria ter tentado separar um pouco mais o livro do jogo, não alterando o enredo, mas sim a maneira como as personagens falavam ou mesmo as descrições das ações. Parecia tudo já demasiado planeado, como se o autor tivesse apenas feito uma transcrição do jogo para o livro.
   No início parecia ainda haver uma evolução das personagens, com certos momentos de desenvolvimento psicológico, mas isso pareceu-me também estagnar a meio e só no final voltou a despertar.
   Outro ponto a referir no enredo é que esta história não contribui muito para o que é o enredo da saga. Normalmente os jogos seguem uma personagem diferente em cada jogo, esta obra seguiu a mesma personagem do primeiro livro, onde esta não seguiu a história principal mas tomou uma rota secundária para poder dar um final "como deve de ser" à personagem.
   Este volume esteve ligeiramente melhor que o anterior, não sei se pela minha ignorância quanto ou jogo, ou se o autor tomou mais liberdades, tornando-o melhor. Caso queiram saber mais sobre a primeira parte desta saga, sigam o link: Crítica - Renascença
   Boas Leituras... ;)
6.5/10

André

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

O Beijo da Noite - Sherrilyn Kenyon

   "O predador da noite Wulf é um antigo guerreiro viking com um poder útil mas muito irritante: amnésia. Ninguém que o conheça pessoalmente se lembra dele passados cinco minutos. Torna fáceis os engates de uma noite, mas difícil qualquer relacionamento mais sério e, sem encontrar o amor verdadeiro, não poderá recuperar a alma. Depois conhece Cassandra, a única mulher capaz de se lembrar de si. No entanto, enquanto princesa da raça amaldiçoada que Wulf jurou caçar, ela está-lhe proibida..."

   Boas leitores!
   E o quinto volume desta saga está aqui! Predadores da Noite, que conta com dezenas de volumes continua a ser lido aos poucos e poucos neste blogue. Veremos quanto tempo passará até ao próximo.
   E com isto até parece que os livros são completamente horríveis... Não completamente, mas certamente que há vários pormenores desnecessários e outros pontos que poderiam ser alterados. Este volume foi até um dos melhorzitos até agora.
   Comecemos pelo enredo que, apesar de ter o típico casal que acabará junto no final do livro, tem uma história background diferente. Este passado por ser diferente consegue apimentar a história um pouco com ação que não seria possível se fosse outro dos típicos enredos.
   Este passado serviu também para dar um pouco mais de informações sobre as mecânicas daquele universo e como é que tudo começou ou foi criado. Claro que o livro Acheron conta 90% desses pormenores, mas esse livro serve como um spin-off ou como um livro a ser lido muito depois destes.
   Acho que a protagonista deste volume foi melhor desenvolvida do que as outras nos volumes anteriores. Já o protagonista desta obra nem tanto. Pareceu uma vez mais, uma daquelas personagens ocas que tem os seus problemas estereotipados e que só se apaixonando poderá resolvê-los.
   Tendo em conta o público-alvo destes livros e todos os livros anteriores que li desta saga, este volume até que nem está mau, decididamente melhor do que o último. Caso queiram saber mais sobre as opiniões desta saga, basta seguirem o link: Crítica - Dança com o Diabo
   Boas Leituras... ;)
6/10

André